Can the Can Lisboa

O restaurante CAN the CAN Lisboa,

abriu em 9 de Junho de 2012, no

Terreiro do Paço, em Lisboa, com um

conceito de gastronomia que, para

além de produtos frescos, confecciona

cozinha mediterrânea utilizando

nos seus pratos o melhor das

conservas nacionais.

O Projecto

A nossa cozinha é audaz, diferenciadora e, ainda, extremamente saudável.

A forma como cozinhamos representa a nossa maneira de transmitir e construir Património Cultural, essa enorme riqueza que herdámos e nos foi transmitida de geração em geração.

Somos uma cozinha cheia de “Portugalidade”, que representa o melhor de Portugal e dos Portugueses. Uma abertura ao mundo, um desejo de correr o mundo e acolher o mundo, que queremos fazer todos os dias, numa Praça única que guarda consigo tantos pormenores da história de um País.

Uma cozinha tipicamente mediterrânea que se define pela utilização de produtos naturais, que confeccionados adequadamente em torno de ingredientes saudáveis, utilizados pelos povos mediterrâneos há mais de cinco mil anos.

Povos que ao longo dos tempos desenvolveram a arte da preservação dos alimentos. A indústria conserveira nacional nasce em Portugal em 1865, num país de zona costeira única, tradição ancestral de pesca e qualidade de pescado inigualável. É também a indústria mais antiga e querida no nosso país.

Elevamos as conservas a produto exclusivo e inovamos ao nível das receitas, através da conjugação de ingredientes frescos, apostando na qualidade da confecção e apresentação e desta forma promovemos e incentivamos o consumo de conservas nacionais.

Conservas, trabalhadas sob uma nova perspectiva, sofisticação e apresentação, ganhando adeptos no mundo da gastronomia.

Tornamos as conservas portuguesas parte integrante da oferta turística de Lisboa, inserida como complemento de lazer para apreciadores da gastronomia e cultura nacionais.

Não servimos conservas. Confeccionamos com utilização de conservas dentro de um conceito de gastronomia mediterrânea.

Todos os nossos pratos são altamente saudáveis porque por um lado assentam numa base de vegetais frescos e por outro utilizamos pescado em conservas, que é um produto muitíssimo saudável, rico em Omega 3, totalmente orgânico, livre de conservantes e antioxidantes.

Pretendemos, através da confecção de produtos frescos e orgânicos, realçar o máximo que os excelentes produtos de conserva de pescado português têm para oferecer.

A ventresca ou a muxama de atum são algumas das iguarias que apresentamos de forma deliciosa.

A nossa esplanada tem 180 lugares e dispomos de capacidade para outras 130 pessoas no interior.

O CAN the CAN utiliza produtos das empresas nacionais que produzem conservas de pescado e é associado da ANICP, a Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe.

O espaço

Um espaço que respira portugalidade contemporânea, branco e despido de adereços desnecessários. Exemplo de um ambiente pensado para ser prático e mutante.

Um tributo à antiga taberna portuguesa, com paredes cobertas por prateleiras de madeira, encaixadas em estrutura métrica do mesmo material e colorida por latas de conservas, garrafas de vinho, azeite e outros produtos e objectos bem portugueses.

Neste projeto tudo é contido e simples. Os materiais são rigorosamente controlados: liós no pavimento da sala, paredes e tectos de estuque branco, madeira de riga no pavimento das escada, mezanino, nos tampos das mesas, bancos corridos e no enorme balcão de fundo.

Um vidro separa-nos da cozinha, não impedindo de nos deixar apreciar a azáfama do que por ali se passa. Uma cozinha onde as conservas portuguesas e produtos frescos se encontram todos os dias e onde se combinam num novo conceito de gastronomia mediterrânea.

As latas definem este lugar

As latas definem este lugar, começando pelo enorme lustre feito com mais de três mil latas, uma peça desenhada pelo designer Victor Vicente, que assina o design de interiores do CAN the CAN.

O CAN the CAN oferece-nos uma festa dos sentidos, assentando o seu posicionamento num conceito de modernidade simples, que combina a tradição portuguesas dos produtos da indústria conserveira.

Tudo é tratado de forma diferente do que estamos à espera. A cozinha surpreende-nos com uma maravilhosa combinação de cores e sabores. Se imagina que vai simplesmente petiscar conservas prepare-se. Aqui nada é combinado ao acaso, desde a maravilhosa muxama de atum, servida com gomos de laranja e brotos de Amaranto, a tiborna de sardinha, a cavala alimada em cama de puré de batata doce ou o surpreendente couscous de frutos vermelhos de sobremesa, de preferência acompanhado de vinho do Porto.