Marca

Porthos


Porthos carapaus

 

A marca Porthos foi originalmente uma marca da empresa Nero & C.ª (Sucessores), Lda.

A sua história acompanha toda a história das várias fases das fábricas Nero:

Sesimbra 1912-1944
Matosinhos 1944-1957
Matosinhos 1957-1989

perdurando além destas, pois com a venda da fábrica da Nero & Cª (Sucessor), Lda. ocorre também a mudança da denominação social  da sociedade para Conservas Portugal Norte, Lda.;

Passa portanto em 1989 a ser detida pela Conservas Portugal Norte, que a comercializa até à actualidade.

Segundo José Nero até aos anos 50 não tinha sido introduzida a figura do famoso mosqueteiro Porthos, figura universal do romance de Alexandre Dumas, “Les Trois Mosquetaires” .

Inicialmente figurava apenas a palavra PORTHOS, escrita na diagonal desde o canto inferior esquerdo para o canto superior direito. A associação à imagem da figura do mosqueteiro Porthos dá-se graças a José Estêvão Reis, um colaborador da Nero que tratava essencialmente dos contactos de exportação e que achou que dada a universalidade da figura, seria uma mais-valia para a marca, sobretudo para  vertente da exportação.

A marca foi um sucesso de exportação, sendo nos anos 60 a Porthos líder de mercado em países do médio oriente, nomeadamente na Síria.

Desde os anos 60 e até finais dos anos 80, a Porthos sofreu várias tentativas de contrafação, nomeadamente com a marca ABOU-CHANAB uma imitação da PORTHOS nos anos 60, produzida em Espanha e e posteriormente em Marrocos.

 

Na ficha do I.P.C.P. aparece o registo da marca em 1933 a favor da empresa C. Reis Limitada empresa nº 203

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